Entenda a diferença entre surto, epidemia e pandemia - Diersmann

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Entenda a diferença entre surto, epidemia e pandemia

Quando uma doença contagiosa se espalha e passa a ter números alarmantes, as autoridades locais, nacionais ou internacionais costumam dar um status para a situação, podendo declarar um estado de surto, epidemia ou pandemia.

De acordo com o aumento inesperado e significativo da quantidade de casos da doença, se opta por classificar o quadro de contágio entre essas três possibilidades. No entanto, nem todo mundo sabe a diferença entre cada termo e qual deles se enquadra em cada caso. Entenda:

 

• Surto

O quadro de disseminação de uma doença é considerado um surto quando o número de pessoas infectadas sobe repentinamente em uma determinada região. Ou seja, o termo surto é usado para indicar o crescimento na quantidade de casos da doença em locais mais específicos, geralmente bairros ou cidades.

Um grande exemplo de surto de doença foi o surto de febre amarela de Minas Gerais em 2017; o boletim divulgado pelo estado em 2018 chegou a confirmar 61 mortes entre os 164 casos confirmados.

 

• Epidemia

Quando a quantidade de casos de uma doença cresce acima do esperado em vários ambientes distintos, como cidades e estados distintos, a situação pode ser considerada como uma epidemia.

A dengue é um exemplo de doença que já atingiu a classificação de epidemia em mais de uma ocasião, se espalhando em diversas regiões do Brasil. Atualmente, o estado do Paraná sofre com uma epidemia de dengue, com mais de 44.000 casos confirmados desde de julho de 2019.

 

• Pandemia

O estado de pandemia é considerado o mais grave. É quando uma doença se espalha e avança em quadro epidêmico por várias regiões do planeta, em diferentes continentes, com transmissão local fixada. Alguns exemplos de pandemia são AIDS, tuberculose, gripe espanhola e tifo.

Pandemia de coronavírus

No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus em estado de pandemia. Isso significa que a quantidade de casos ultrapassou o esperado e também se tornou alarmante fora do país de origem, a China. Embora a China ainda acumule a grande maioria dos casos (mais de 80 mil), o crescimento das ocorrências globais levantou o alerta entre as autoridades e justificou a classificação de pandemia.

 

Fonte: www.minhavida.com.br

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